terça-feira, 16 de setembro de 2014

O que é, o que é que você vai comer de almoço hoje? Me mande uma foto?

Pois é, caros leitores, a questão sobre nosso jeito de comer ainda não acabou. No sábado, as chefs Ana Soares e Mara Salles e eu vamos dar nossa palestra no Paladar Cozinha do Brasil (do jornal Estadão). Parece que já estão esgotados os ingressos, mas vou dando notícias por aqui. Por enquanto já adianto que tudo aquilo que os leitores responderam sobre mistura tem sido para nós um verdadeiro estudo de caso. Agora, queria mais. Será que conseguiria me mandar foto do que vai comer hoje? Foto do prato montado ou da mesa posta ou ainda da comida no fogão ou do jeito que costuma ser. Foto de celular, sem produção mesmo, a vida como ela é. Se quiser mandar por whats app, escreva para o email neide.rigo@gmail.com que eu mando meu número. Se não, mande por email mesmo. Diga seu nome e de onde é (cidade e estado). Poxa, vou adorar se conseguir algumas fotos do almoço de hoje. Manda, vai?  Depois eu publico tudo aqui no Come-se.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Como fazer um minhocário para compostar o resto do que você come. E oficina de minhocário no Sesc

O humus pronto foi há pouco tempo para este espaço na calçada 
Que agora está assim 
Como muita gente tem me pedido para ensinar a fazer minhocário, vou mostrar o que sei, como fiz e manuseio o meu, mas já aviso que não sou expert no assunto.  Isto significa que qualquer pessoa pode ter o seu sem medo.

A prefeitura de São Paulo lançou recentemente o programa "Composta São Paulo", que contemplou 2 mil moradores com minhocários. Embora tenha me inscrito, não ganhei o meu, pois disse a verdade, que já tinha um improvisado com baldes.  De qualquer forma, fiquei feliz com o projeto piloto para tentar  reduzir o lixo orgânico doméstico e torço para que a iniciativa impulsione mesmo uma política pública de compostagem.

Porém, enquanto isto não chega, podemos ir fazendo nossa parte. Há quem diga que para a terra o húmus de minhoca não serve pra nada. Ainda que não sirva, as minhocas decompõem grande parte dos restos de frutas e verduras que iriam para os lixões gerando chorumes contaminantes e toda sorte de malefícios para a comunidade.

Bem, minha hortinha da calçada não reclamou. Em plena seca, com húmus (o material decomposto) e água de lavagem de verduras, ela vai bem, obrigada!  Temos em casa o minhocário e um balde fechado onde guardo todos os restos que não vão no minhocário, como cascas de laranja, de limão, cebola, alho e restos de alimentos cozidos. E também restos maiores que fico com preguiça de cortar menor para colocar para as minhocas. Este balde vai para o sítio, cobrimos com palhada de braquiária e em cerca de 4 meses ele virou terra.

Bruno mostrando o minhocário na FSP-USP
Como disse,  não sou especialista em minhocário, tipos de minhoca, tempo certo para ficar pronto etc. Só sei que fiz como aprendi lá na horta da Faculdade de Saúde Pública da USP, com o Bruno e com o Vinícius (do Humanaterra). Você pode usar baldes de açaí, de margarina, desses grandes.

Vinícius, na USP, mostrando como fazer usando baldes usados de margarina
Já vi também muitos vídeos no You Tube (qualquer dúvida, vá lá e verá quanto tutorial há).  Ganhei um pouco de minhoca californiana, que se reproduz mais rapidamente, mas acho que pode ser qualquer uma - comece com um punhadinho.

Veja como fiz:

Arrume três baldes e corte duas das tampas, tirando um círculo, mantendo
as laterais para apoiar o balde que vai por cima 


Na lateral dos baldes, faça furinhos para arejar - com uma agulha quente ou
broca bem fininha, só pra ventilar mesmo (os meus ficaram grandes, por
isso, colei por dentro um pedacinho de tecido). 



Faça furos com a furadeira em dois baldes (broca 10).
No terceiro balde, instale uma torneirinha de filtro para recolher o chorume


Este bosque, atrás da minha rua, me fornece as folhas secas necessárias
para cobrir os restos orgânicos no balde

Se quiser deixar tudo organizado, arranje 4 baldes e deixe um só para
guardar a palhada, assim não precisa ficar buscando toda hora - recolha
em praças, onde sempre há folhas caídas e varridas nos cantos

Um balde cheio dá para algumas semanas

Coloque restos de legumes e frutas no fundo do balde (quanto  mais picado,
mas não empastado, melhor). Valem guardanapos de papel,  saquinhos
de chá e coadores de café (não uso nada disso), mas não cebolas, cítricos
como laranja e limão, alho e alimentos cozidos

Cubra com palhada - de preferência bem esmigalhada 

Aqui, ele pronto. Quando o primeiro balde encher, passe  para o meio e encha
o de cima - as minhocas migrarão para cima pelos furinhos (eu prefiro pegar um
pouco delas e já colocar pra cima). Em três meses, mais ou menos, o composto
já estará pronto para ser usado - escuro, seco, sem cheiro 
Acabei instalando no balde uns pezinhos de geladeira - vedados com massa
plástica, mas não precisa - é só deixar sobre um apoio para dar espaço para
tirar o chorume  
Se os restos estiverem sempre cobertos com palhada, você não precisa se preocupar com cheiro. Se começarem a aparecer drosófilas, passe um pano em volta dos baldes umedecido com óleo de nim diluído. 
O chorume pode ser tirado sempre que acumular um pouco - se tiver cheiro ruim é porque minhocas estão morrendo. Neste caso, há alguma coisa errada com o processo. Se estiver com cheiro neutro - é assim que tem que ser, é só diluir 1 para dez em água e usar na terra e para pulverizar nas folhas como fortificante folhear. Só evite deixá-lo em garrafas de coca-cola ou de shoyu... 

Pretendo ainda pintar meu minhocário, pois minhocas preferem escurinho, mas não tive tempo (ainda assim, elas estão se reproduzindo bem). Se puder, escolha baldes escuros (o de açaí é bom). 

Oficina de minhocário grátis
Aliás, neste sábado, o Bruno Helvécio vai estar no Sesc Belenzinho, dentro do projeto Comer é Mais, ensinando a fazer seu próprio minhocário. Veja se ainda tem vagas.

Sobras e Restos nos Interessam – Compostagem Urbana
COM BRUNO HELVECIO
SESC Belenzinho ver no mapa compartilhar
20/09SAB
11H ÀS 13H*
Grátis
*inscrições antecipadas
R. Padre Adelino, 1000
Disponível

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Macarrão com dente-de-leão

Quem disse que as plantas ruderais são tão indomáveis assim? No sítio em Piracaia não havia dente-de-leão. Já falei dele aqui: http://come-se.blogspot.com.br/2009/01/tempo-de-dente-de-leo.html. Levei sementinhas daqui, espalhei por lá e agora não fico sem. Aproveitei o último fim de semana para colher sementes e trazer, desta vez, para cá, para aumentar a plantação na horta comunitária. Com as folhinhas, fiz este macarrão que fica delicioso, com a linguiça combinando com o ligeiro amargor do dente-de-leão. Coloque as folhinhas à vontade se tiver muitas delas.  


Fritei uns pedaços de linguiça fresca esmigalhada. Juntei um pouco de cebola e folhas de dente-de-leão picadas, refoguei um pouco, temperei com sal e pimenta. Juntei um pouco de feijão cozido, um pouco de macarrão e tomatinho cortado ao meio, misturei e nhac! 

E nhac! 


Amanhã estarei na Horta das Corujas dando uma oficina sobre as plantas alimentícias que nascem espontaneamente por lá. Veja no site da horta. Será às 10 hs. Depois, vou fazer uma comida pra todos provarem. É grátis. Apareça! 

Temperos pouco convencionais no Paladar Cozinha do Brasil - no próximo domingo



12h3021 de setembro de 2014 domingo
Ervas aromáticas pouco convencionais
Degustação
Receita
Intermediário

com Neide Rigo

Já ouviu falar de folha de curry, macassá, pacová, pariparoba, gerânio-rosa, manjericão-anis, e guasca? A colunista do Nhac! leva todas elas e outras ervas, plantas e sementes para a cozinha.
Local: Universidade Anhembi Morumbi - Rua Casa do Ator, 275, Vila Olímpia
Duração: 1h30
Valor: R$ 120

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Cozinha sem desperdício de água. E vamos regar as couves


Meu canteiro na calçada, sempre verdinho, regado com água da cozinha
Minhas mostardas e brócolis na jardineira
Hoje a capa do Paladar é sobre desperdício e sustentabilidade na cozinha - que fala sobre vários tipos de desperdício e formas de reduzi-lo. Sempre economizei e aproveitei o máximo na cozinha, mas, desde que a água do sistema cantareira começou a baixar, apertei ainda mais os cintos. Se muita gente achava exagero, agora é realidade, e o que ando fazendo - e várias pessoas que conheço também-,  já não causa tanta estranheza . É que o racionamento de água chegou e temos que dar um passo adiante. Embora ninguém fale nada - oficialmente não estamos tendo racionamento (quem acredita?), e embora muita gente ainda acredite que é possível continuar tomando banhos por mais que cinco minutos, jogando fora água sem culpa, é preciso ir além, pois o racionamento é necessário e já chegou - independente de quem seja a culpa. 

Sei que muita gente que mora em prédios ainda não sentiu falta de água, ainda não se deu conta de que precisa mudar hábitos e que o racionamento está acontecendo. Mas aqui no bairro da Lapa, todas as noites, as torneiras com água da rua secam. Quem tem caixa d´água grande pouco se importa.  Não é o caso da maioria da minha rua, parece, e as pessoas estão começando a se preocupar, independente do poderio de armazenamento. Já não vejo ninguém por aqui lavando calçada.  A gente vai conversando com um, dando ideias pra outro, e aos poucos a vizinhança vai trocando informações sobre o melhor jeito de economizar. De minha parte, fiz várias modificações, mas só vou citar por enquanto o que é possível fazer na cozinha. Depois conto como estou lavando roupas.  

Para economizar água na cozinha, basta colocar uma bacia na cuba da pia e ir juntando a água sem sabão para molhar as plantas, por exemplo. Não rego mais meu jardim ou horta com água de torneira. Toda água de enxague ou de lavagem de mão, de pano de pia ou de verduras e frutas, fica armazenada num galão de 50 litros. Despejo as águas da pia e, uma vez por dia, consigo regar todas as plantas, que seguem saudáveis. Furei o galão embaixo e instalei uma mangueira com rolha. Suspendi o galão e pronto, quando quero é só abrir a torneira. Para ficar prático de despejar a água, embuti um funil feito com embalagem de água sanitária e para a água não ficar suja de restos de folhas e comidas, coloquei uma peneira na boca. Uma vez por dia lavo tudo e tampo. 
Até as abelhinhas destas duas caixas têm à disposição água de reúso 
E rego minhas plantas todas sem culpa. Até as abelhinhas jataís têm à disposição água que usei pra lavar verduras. E o resto das verduras, claro, vai para o minhocário ou para a compostagem geral que fica no sítio. Tudo isto volta para as plantas que planto, colho e como. Simples assim.  

A gambiarra para armazenar água e o minhocário que eu
mesma fiz

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Fritada de tudo

Com uns pedaços de quiabos crus e pimenta. Boa pra repetir
Estou prestes a ir pra cozinha preparar meu almoço amalgamando em ovos tudo o que encontrar de bom na geladeira. Claro, minhas fritadas nada têm a ver com aquela deliciosa e verdadeira tortilla da amiga espanhola Chus, cujo passo a passo mostrei aqui.  Mas posso dizer que ovos bem temperados e dourados na frigideira com azeite tornam deliciosos até pedaços de papelão envoltos com ele. Não é o caso dos ingredientes que uso - geralmente sobra ou pequenas porções de alimentos preparados ou de legumes que escolhi comprar ou colher. Então, não tem como ficar ruim.

O bom das tortillas, fritadas ou omeletes é a praticidade quando se come só. Não gosto de esquentar comida no microondas, que nem na cozinha fica. Por isto, se tenho pouco tempo e diversidade de poucos ingredientes, faço fritada. É um jeito de agrupar tudo ali, incluindo arroz e salada. Até de pizza já fiz. Não é sabor pizza (alguém disse que queijo, tomate e manjericão tem sabor pizza), é de sobras de pizza mesmo.

Se prefere macarrões instantâneos para a hora de comer na solidão, tudo bem, respeito. Porém, tenho certeza que no dia em que descobrir que pode fazer fritadas de tudo e muito mais não vai querer outro tipo de prato único.

Bata uns dois ovos, tempere com sal, pimenta-do-reino, cebola (a cebola, você pode fritar antes no azeite e sobre ela despejar os ovos com os outros ingredientes) e ervas. Junte aí o que tiver sobrando: espinafre refogado, quiabos crus, purê de batata frio, vagens cozidas no vapor, pedaços de queijo, tomate, folhas murchas, restos de salada, arroz, feijão, macarrão, azeitonas, cogumelos, alcachofras, palmitos etc. Se tiver uma omeleteira fechada, ótimo, fica fácil de virar. Se não, é só virar no prato e voltar pra frigideira. Coloque um pouco de óleo na frigideira, deixe esquentar bem e despeje a mistura. Abaixe o fogo e deixe cozinhar até a superfície começar a coagular. Vire no prato (se não estiver usando a omeleteira), coloque mais um pouco de azeite na frigideira e deixe a fritada escorregar pra dentro dela com cuidado. Frite mais alguns minutos para dourar. Coloque num prato com ou sem salada e nhac. Veja no post da tortilla da Chus uma boa técnica para fritar uma tortilla.

Aqui, alguns improvisos que nunca serão repetidos:

Sobras de purê e molho de tomate
Deixe os pedaços de purê sem desmanchar 
De batatas não fritas mas cozidas no vapor 
De mandioca. Fritei as cebolas antes 
Fritada de mandioca 
Esta seria só de arroz com alface americana crua

Mas lembrei do molho de ervas, presente do amigo Fernando, do queijo
que trouxe de Tiradentes, da cebola roxa, etc.
E virou uma tortilha deliciosa 

Com tudo. Nhac! 


Convite - aula do Paladar

Convite - Oficina de plantas comestíveis espontâneas na Horta das Corujas neste sábado



Será neste sábado, dia 13 de setembro. Vamos fazer um passeio de reconhecimento das plantas comestíveis não convencionais na Horta das Corujas e depois vou fazer um nhoque de taioba, trapoeraba, ora-pro-nobis, bertalha coração... Ainda não sei do que, mas garanto que será bom. Veja a agenda lá no grupo do Hortelões Urbanos. Leitores do Come-se terão mimos. É só se identificar que ganha uma lasquinha de queijo da canastra a mais .. (o evento é gratuito).
https://www.facebook.com/events/1529896847248164/

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Fim de inverno em Piracaia

Ipê já no fim da floração

Quando eu voltar para Piracaia, já será Primavera. A paisagem será outra, as pétalas das flores amarelas dos ipês já terão sumido no chão dando lugar às vagens nas árvores enquanto vêm as folhas, as manduiranas estarão com nova folhagem, alguns pequenos brotos de uvas já terão jeito de cachos, a safra das amoras terá sido devorada pelos pássaros, os frutos da mamona estarão abertos expulsando sementes para longe, haverá muitas cabeludinhas para encher a boca de sabor, talvez acerolas, as bananas estarão cheias, os maxixes nascerão sozinhos e das mostardas, só restarão as pequenas vagens abertas e vazias com brotos nascendo ao longe.  As mirtáceas - araçás, pitangas e goiabas -  não estarão mais em flores, mas em frutos. O sol deixará de passar inclinado para voltar ao meio do céu, que já não terá o azul lápis de cor que tem agora. As flores do assapeixe estarão feias e secas no pé, mas folhas novas virão mais vistosas. Haverá na horta arnica, mentrasto, serralhas e dente-de-leão de montão. O ananás estará maduro, o maracujá do mato também, a ora-pro-nobis lançará seus braços pesados sobre as cercas, as folhas vão aumentar de tamanho escondendo o chão agora seco. As batatas de tulipas darão flores, as manguinhas que não caírem vingarão. e quem sabe até a água vem.

É só quando a gente trabalha com a terra que consegue observar todo o ciclo das coisas da natureza. Não que não dê pra fazer isto na cidade, mas o tempo passa rápido demais por aqui e mal temos tempo de olhar a lua todos os dias. Quando vou para o sítio, o tempo é curto de tanta coisa que quero fazer, mas totalmente aproveitável, sem tv e internet esquecida, com tempo para olhar para o céu. Marcos cuida da trilha sonora e vamos fazendo o que precisa ser feito, cansando o corpo mas com a mente quieta. No fim, temos um cansaço bom, como se tivéssemos ido para a academia, e um canto da sala basta para relaxar o complexo todo, corpo e alma.

Canto da sala com camas, bom para repousar o corpo - com os gatos no colo

Nesta semana que passou estive no sítio também no meio da semana num gostoso encontro com amigos do curso de hortas, que fiz no ano passado - Vivian, a professora, queria nos mostrar como fazer uns preparados biodinâmicos, e lá fomos nós enterrar chifres com estrume, valerianas, mil folhas etc. Almoçamos lá e voltamos no mesmo dia.

No sábado recebemos a visita dos amigos Renato e Maga, do Waru.  Foram buscar a mudinha de baobá que eu tinha prometido aos filhos meninos Michael e Lucas. Passamos uma tarde gostosa conversando,  escolhendo feijão e depois tomando chá com pão.  De resto, trabalhamos bastante, embora nem devêssemos chamar isto de trabalho. Fizemos valetas na terra, mudas de citronela, de boldo e capim santo para espalhar pelo sítio, cobrimos a terra com palhada, semeamos sementes de flor, separamos sementes de manduirana e fizemos bolinhas de terra (para jogar pela janela do carro ... ), debulhamos sementes de mostarda, colhemos, cozinhamos etc.

Já aqui na cidade grande,  muita coisa por fazer, com pouco tempo para o blog, mas como quero fazer tudo ao mesmo tempo -  cuidar da casa, do sítio, da horta comunitária, fazer oficinas no Sesc, me dedicar à jardinagem e a escrever sobre tudo isto  -, não vou deixar o Come-se, não. Apenas terei pouco tempo para ele de agora até o final do ano. Então, peço desculpas se não responder aos comentários (mas, por favor, comente, que eu gosto, leio tudo e assim acredito que existe vida por trás daqueles números que indicam cerca de 3 mil leitores/dia - é bom saber que você é um deles).

Algumas fotos:

Fruta cabeludinha


Ipê amarelo

Almeirão, mostarda, tomate - tudo misturado

Amora gigante

Amora gigante

Leucena - sementes sabor shitake

Limão kafir

Lobeira

Flor de mamona vermelha

Mamona vermelha

Projetos de manga

maracujá do mato - antes da flor


Maracujá do mato - flor se abrindo

Maracujá do mato - a flor

Maracujá do mato - o fruto
Tomatinho do mato
Jeito mais prático para debulhar sementes de manduirana
Sementes de manduirana e feijão guandu, para replantar
Bolinhas de barro com sementes de manduirana
Mostarda para debulhar 

Mostarda debulhada (tropecei e derrubei este tanto todo na grama!)

Preparados biodinâmicos



Tapioca e Beiju